Como Lidar com Conflitos na sua Empresa

Olá, pessoal!!

Conflitos acontecem quando há diferentes interpretações sobre um mesmo problema. Isso é muito comum, pois quase todas as pessoas têm percepções distorcidas de como as coisas realmente são. Em pequenas empresas, cujo convívio é mais intenso, esses conflitos são ainda mais comuns.

Quem impõe pontos de vista de maneira intransigente costuma gerar discussões com outros colaboradores, clientes e fornecedores. Confira cinco dicas, da Revista Exame, para o empreendedor minimizar conflitos entre os membros de sua equipe.

1. Seja empático
Empatia é a habilidade de se colocar no lugar da outra pessoa. Ela nos ajuda a compreender as razões, por mais estranhas que pareçam, que levam alguém a tomar decisões que jamais tomaríamos.

2. Ouça os dois lados
Para ser justo, é fundamental que o líder entenda os pontos de vista conflitantes entre as pessoas envolvidas antes de tomar qualquer decisão.

3. Tenha uma postura racional
Não se contamine emocionalmente quando houver discussões mais ríspidas. Mantenha a negociação no plano racional. As pessoas tendem a respeitar quem mantém o autocontrole.

4. Estimule o diálogo
Procure fazer com que as partes apresentem seus argumentos de maneira serena e de preferência embasados em dados mensuráveis, de forma que as informações dos dois lados possam ser aproveitadas em uma proposta intermediária.

5. Não se omita
Muitas vezes, o líder se retira antes de resolver o conflito. Se depois de tudo isso o impasse persistir, decida você. Às vezes, é preciso tomar partido de uma das posições e encerrar o problema, deixando claro quais os critérios levados em consideração para decidir.

Seguindo esses cinco passos, com o passar do tempo, as pessoas perceberão que, com você no comando, a negociação equilibrada sempre será o melhor caminho e os conflitos em sua empresa diminuirão muito.

Fonte: Revista Exame

Abraços!!

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Ponto Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas

Olá, pessoal!!

Começa a valer amanhã (03.09.2012) a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que obriga as micro e pequenas empresas a instituir o ponto eletrônico. Pela regra, quem tem até dez empregados fica isento de implementar o sistema. Quem possui mais de dez funcionários pode escolher entre o ponto manual e o mecânico.

Poucos empresários, no entanto, aderiram à regra até agora. Segundo a Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro de Ponto (Abrep), 400 mil companhias em todo o País estão obrigadas a utilizar o aparelho, sendo 90% delas de pequeno porte. Mas, ao todo, apenas 130 mil já compraram o sistema.

Essa é a terceira e última etapa do processo de implantação, que começou no dia 2 de abril, quando passou a vigorar para empresas do varejo, indústria e setor de serviços. Em 1º de junho, foi a vez das empresas dos setores agrícola e agropecuário.

A medida divide opiniões de empresários, advogados e representantes do governo. O objetivo do MTE é “dar segurança a trabalhadores e empregadores ao implementar meios mais eficazes e confiáveis de controle da jornada” e “inibir a prática de excesso de jornada”.

Nos primeiros 90 dias, a fiscalização do ministério nas micro e pequenas empresas será instrutiva, com o objetivo de orientar os empresários sobre eventuais lacunas. De acordo com a norma do ponto eletrônico, o trabalhador deve receber um comprovante após a marcação, mas fica a seu critério guardá-lo ou não.

Atualmente, 66 modelos de equipamentos de ponto eletrônico são reconhecidos pelo Ministério do Trabalho. O preço médio do aparelho é de R$ 2.850.

No ano passado, 3.045 fiscais aplicaram 17.657 autos de infração em relação ao tema jornada de trabalho – nenhum lavrado por causa de fraudes em relógios de ponto, segundo o ministério.

Fonte: Jornal do Commercio

Abraços!!

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Comissão do Senado Suspende Ponto Eletrônico

Relator alega que exigências do Ministério do Trabalho resultarão em gasto de R$ 6 bilhões para o setor produtivo.

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou hoje o projeto de decreto legislativo que susta a portaria do Ministério do Trabalho que disciplina o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e a utilização do Sistema de Registro de Ponto (SREP). O relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional de Indústria (CNI), alega que as exigências do ministério resultarão em gasto de R$ 6 bilhões para o setor produtivo, além de criar novos direitos e deveres que não estão previstos em lei.

Pela portaria, as empresas seriam obrigadas a adquirir um novo equipamento e “encostar” o sistema hoje utilizado para registro do ponto. De iniciativa da ex-senadora Niúra Demarchi (PSDB-SC), a proposta terá ainda de ser encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos (CDU), antes de ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

O Ministério do Trabalho determina na portaria que o ponto dos trabalhadores deve ser marcado em equipamento REP e registrado pelo SREP, ficando obrigado o registro de ponto eletrônico a imprimir comprovante da marcação da presença do trabalhador. A empresa que não cumprir essas determinações pode ser autuada. O ministério deu um prazo ao “mercado” para desenvolver em 12 meses a tecnologia, fabricar, certificar, homologar, integrar com os softwares de processamento, treinar equipes em todo Brasil, bem como realizar a adequação administrativa dos empregadores e a definitiva implantação do sistema de registro de ponto.

O relator Armando Monteiro avalia que a portaria parte do princípio de que há fraude generalizada no registro de ponto dos trabalhadores, “e assim pune a maioria das empresas que utiliza corretamente os sistemas de ponto”. Ele lembra, ainda, que o tempo exigido para impressão do comprovante do registro de ponto irá provocar grandes filas na entrada e saída das fábricas e empresas.

Fonte: IG Economia

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Abraços!!!

Termina dia 9 de Março o Prazo para Entrega da RAIS

Empreendedores Individuais que não apresentarem a Declaração Anual do Simples Nacional podem ficar com CPF e CNPJ irregulares.

As micro e pequenas empresas e os empreendedores individuais devem ficar atentos ao prazo de entrega da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ano-base 2011. O prazo vai até o dia 9 de março. A declaração é feita pela internet, no portal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nos endereços http://portal.mte.gov.br/rais/ ou www.rais.gov.br.

O Ministério do Trabalho alerta que a Rais é obrigatória para todos os estabelecimentos com registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), incluindo os empreendedores individuais. Mesmo as micro e pequenas empresas que não contrataram empregados em 2011 precisam entregar o documento, no caso, a Rais Negativa.

O Empreendedor Individual que não tem empregado não precisa apresentar a Rais negativa. A isenção foi estabelecida pela Portaria nº 371 do Ministério do Trabalho, de fevereiro de 2011.

Conforme o MTE, quem não entregar a declaração no prazo estabelecido paga multa a partir de R$ 425,64, acrescidos de R$ 106,40 por bimestre de atraso. Os pequenos negócios precisam estar atentos para esses prazos e não correr o risco de gastos desnecessários que podem fazer falta no seu dia a dia.

Fonte: Agência SEBRAE

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Abraço a todos!!!

Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT

Olá, pessoal!!

Quem já ouviu falar no Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT)?? E, afinal, para quê serve essa instituição (que pouquíssimas pessoas conhecem)?

Pois bem! O SBRT é uma rede de colaboração que teve origem na necessidade de ampliar o apoio tecnológico ao pequeno empreendedor fornecendo gratuitamente informações tecnológicas para que o empresário possa melhorar a qualidade do seu produto ou processo produtivo.

Por exemplo:

- Que quantidade de carbonato de sódio deve ser usada na água sanitária, para que ele fique dentro dos padrões estabelecidos?;

- Gostaria de saber os equipamentos necessários para a produção de biscoitos embalados em embalagens semelhantes à da batata “Pringles”;

- Gostaria de obter informações sobre o processo de extração da serosa bovina (tripa de boi) para produção de fio cirúrgico.

(isso mesmo!! esse tipo de resposta que você não encontra em lugar algum…)

O SBRT visa:

- Divulgar a oferta de serviços tecnológicos para o setor produtivo;
- Desenvolver ações que possibilitem a implementação de melhorias e inovações nas Micro e Pequenas Empresas (MPE);
- Facilitar o acesso das MPE’s na busca por informação que gerem respostas para os problemas tecnológicos;
- Fornecer informações para a busca de soluções adequadas;
- Integrar os setores de oferta tecnológica aos demandantes potenciais;
- Subsidiar as empresas com um conjunto de informações estratégicas para o desenvolvimento empresarial.

Visite o site do SBRT e tire suas dúvidas técnicas.

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Abraços!!

Brasil é 126º em Facilidade para Fazer Negócios

Esta é uma notícia triste, porém não foge da realidade e, por isso, temos que enfrentar.

O Brasil ficou no 126º lugar no ranking que classifica a facilidade de fazer negócios, dentre 183 países, atrás da Argentina (113º) e China (91º). Os cinco primeiros colocados são: Cingapura, seguida de Hong Kong, Nova Zelândia, Estados Unidos e Dinamarca.

O Brasil também está entre os piores em relação à facilidade de se abrir um negócio, com 18 procedimentos necessários para que se inicie uma empresa. Canadá e Nova Zelândia lideram esse tópico, com apenas um processo necessário.

O País figura ainda entre os que mais demoram para conceder a licença necessária para o funcionamento de uma companhia, com 119 dias. Suriname é o mais lento, com uma média de 694 dias. Já Nova Zelândia é o país mais ágil, levando apenas um dia para autorizar a abertura de uma empresa.

O Brasil ainda lidera um ranking negativo, sendo o país que exige mais tempo para que o empresário pague seus impostos, com o total de 2,6 mil horas ao ano. O valor é quase o dobro do segundo colocado, que é Camarões, com 1,4 mil horas por ano.

Além disso, segundo pesquisa do Banco Mundial, o País ocupa o 125º lugar por outros quesitos negativos. Entre eles, dificuldade de empregar trabalhadores (121º), registro de propriedade (114º) e 121º no comércio exterior. No entanto, o governo brasileiro aparece em 98º entre os que mais protegem os investidores (queda significativa em relação ao ano anterior, quando era a 79º posição) e 84º na facilidade de crédito.

Veja lista completa aqui.

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Abraços!!